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Os Ícones do Hammond: Renault Clio Williams

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Uma vez, eu almocei com Estelle Skornik, a atriz francesa que interpretou Nicole nos lendários comerciais “Papa, Nicole” do Renault Clio. Bom, quando eu digo “eu almocei com”, eu quero dizer que eu estava num almoço, sentado ao lado dela e de cerca de um milhão de outros jornalistas do setor automotivo. Eu achei que me saí muito bem; não soltei nenhum peido durante toda a hora e meia que passamos juntos, não derrubei nada nela e não soltei um único palavrão. Ela não pareceu interessada em continuar nossa coversa depois do almoço, então eu a deixei ir. Ela não sabe o que perdeu.

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Os Ícones do Hammond: Shelby Cobra

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Apenas 998 Cobras foram feitos, mas você terá dificuldades para achar alguém que não esteja familiar com suas curvas e saliências. Você só precisa vê-lo uma vez, numa fotografia, num filme ou ao vivo – algo muito improvável mas bem memorável se acontecer -, e ele estará cravado na sua memória para sempre, junto com o seu nome.

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Os Ícones do Hammond: Citroen DS

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Não estaria mentindo se eu dissesse que sempre gostei do Citroen DS, mas a melhor parte é que o carro sempre gostou de mim, também. E de você e de qualquer outro sortudo o bastante que pôde andar em um e curtir a sensação de andar em uma macia nuvem de penas de ganso e de teias de aranha.

Os Ícones do Hammond: Renaultsport Clio V6

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Não tem como evitar: eu quero apontar meu dedo indicador para o pequeno Clio V6 amarelo na minha frente, do mesmo jeito se estivesse bravo com um dragãozinho que acabou de tossir na cozinha e queimou todas as minhas panelas. É um carro tolinho e deveria saber disso. De fato, essa coisinha excitante, doida, exibida, bonitinha, louca e simplesmente encantadora, com seus 255 cavalos, ainda consegue atrair atenção hoje, uma década depois de ter sido apresentado e deixar-nos imaginando para que diabos ele realmente servia.

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Os Ícones do Hammond: Peugeot 205 GTi

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Fotos: Justin Leighton

Nenhum outro carro que já mencionei aqui tem tantos clichês associados à ele quanto este carro. E eu tentarei evitar todos.

Se eu mencionar algo que lembre Margaret Thatcher, músicas de gosto duvidoso, o poder da ganância, suspensórios vermelhos ou qualquer outra baboseira dos anos 1980, peço que alguém por favor chute a minha cara. Porque esta seção trata de lendas, os carros que realmente destacam-se devido ao que são, ao que podiam fazer, e o que podiam fazer à sua alma. Ou às suas calças.

Os Ícones do Hammond: Fiat 500

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Bem, o que posso dizer? Quero dizer, com certeza você está sentindo alguma emoção só de ver isto nesta foto. ADMITA! Você está sentindo… está, sim. Eu colocaria um destes entre eu e uma horda dos mais violentos guerreiros de Genghis Khan e ficaria esperando tranquilamente todos eles pararem, soltarem seus arcos e flechas e dizer, “Olha o carrinho. É liiiiiiindo”. E ele é.

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Os Ícones do Hammond: Ford Escort Cosworth

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Suspensão independente nas quatro rodas e tração integral com uma divisão 34/66 são funções legais em um carro moderno; mas em algo de 1992, bem, isso mostrou que o Escort Cosworth era um carro sério. Esta edição especial Monte Carlo inclusive tinha rodas iguais às dos lendários carros do WRC. Mas estas coisas são irrelevantes agora. Afinal… veja a asa. Ficar pasmo diante de um Escort Cosworth e comentar sobre qualquer outra coisa é como elogiar as sobrancelhas de uma dançarina de pole-dancing. Olhe para essa baita asa… é enorme.

Sim, versões futuras do Escort Cosworth tinham um turbo menor e, apesar de ser menos potente – a potência baixou de 230 cavalos para 220 – eram considerados melhores de se dirigir, mas… olha essa asa.

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Os Ícones do Hammond: Lotus Carlton

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Eu não sei o nome apropriado para esses casacos de couro com metade do tamanho de um normal, com golas de pele e grandes bolsos que os vilões vestem nesses filmes ao leste de Londres sobre caras durões, mas, seja lá o que isso for, o Lotus Carlton é o carro equivalente ao casaco. Enorme, curvado e provavelmente muito bravo, é um carro que você se aproxima lentamente e tenta não olhar nos olhos. Eu os adorei quando apareceram em 1990, e ainda adoro. Mas seria muita sorte se você ver um: apenas 950 foram feitos numa produção que terminou em 1992, e foi sorte eles terem sido construídos – a idéia de um carro de “família” custando hoje em dia o equivalente a R$ 250 mil é difícil de acreditar.

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Os Ícones do Hammond: BMW Z3M

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Realmente não é a fórmula para um motor com ótima sonoridade; não é um bruto rugido de um V8, não é uma sofisticada turbina de um V12 ou um denso e barulhento boxer 4 cilindros.

É um seis em linha: seis cilindros alinhados um perto do outro. E é feito pela BMW, que está longe de ser a mais extravagante das montadoras.

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